Tem estado um tempo excelente... hoje não resisti, e regressei novamente à praia... adoro ir à praia no inverno, agora que me sinto um pouco mais liberta não tenho resistido... mas hoje levei a máquina fotografia... e apesar ainda não ter feito o dito curso de fotografia que tanto queria... o resultado não está mal...
...e tudo começou quando comprei por volta do meu aniversário um vestido azul turqueza...
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
saudades
porque a palavra saudades tem sido a palavra de ordem do dia...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
há dias...
Há dias que ando por aqui nos blogs a navegar... vejo coisas engraçadas, dedico-me a vasculhar entre blogs femininos e masculinos, e todos eles falam de sentimentos...
até este fala, todos falam, uns com mais outros com menos, mas todos falam... não encontro diferenças significativas entre sexos no que toca a sentimentos...rio-me vezes sem conta, está visto que no fundo todos andamos à procura da dita PESSOA, aquela PESSOA que nos faz duvidar dos nossos pensamentos, nas nossas verdades e das nossas certezas, a dita pessoa que um dia chega e revira a nossa vida em 180º...
uns ainda esperam, outros acreditam (ou querem acreditar) que a pessoa que têm a seu lado é a TAL... estas coisas do coração são muito confusas, lia há pouco uma publicação do pipoco mais salgado que pedia uma explicação sobre borboletas no estômago, a primeira coisa que me ocorreu foi que estava apaixonado, que iria entrar numa fase engraçada (eu acho sempre que quando nos apaixonamos tudo é engraçado... tudo é relativo excepto aquela pessoa, tudo o que se relaciona com ela foge ao raciocinio lógico)... li os comentários e acho que fiquei um pouco triste... não sei se por ter ficado com a sensação de ele estar apaixonado e os comentários serem tipicamente masculinos quase que lia nas entrelinhas "sentimentos são para gajas pá! Isso são coisas de gaja" se por eu ser aquelas que quer acreditar na existência das ditas borboletas... porque quase que as sinto em mim quando penso aquela pessoa... naquela pessoa que me revirou a mente... que pôs todas as minhas crenças em causa, aquela que me deixa triste quando não está, feliz quando a vejo... é tudo e nada num só instante, como se tivesse o dom da vida e da morte da minha alma... não tem lógica eu sei... deve ser de andar apaixonada há uns meses, isto já me deve ter limitado significativamente a linha do raciocinio lógico (espero que não passe)...
até este fala, todos falam, uns com mais outros com menos, mas todos falam... não encontro diferenças significativas entre sexos no que toca a sentimentos...rio-me vezes sem conta, está visto que no fundo todos andamos à procura da dita PESSOA, aquela PESSOA que nos faz duvidar dos nossos pensamentos, nas nossas verdades e das nossas certezas, a dita pessoa que um dia chega e revira a nossa vida em 180º...
uns ainda esperam, outros acreditam (ou querem acreditar) que a pessoa que têm a seu lado é a TAL... estas coisas do coração são muito confusas, lia há pouco uma publicação do pipoco mais salgado que pedia uma explicação sobre borboletas no estômago, a primeira coisa que me ocorreu foi que estava apaixonado, que iria entrar numa fase engraçada (eu acho sempre que quando nos apaixonamos tudo é engraçado... tudo é relativo excepto aquela pessoa, tudo o que se relaciona com ela foge ao raciocinio lógico)... li os comentários e acho que fiquei um pouco triste... não sei se por ter ficado com a sensação de ele estar apaixonado e os comentários serem tipicamente masculinos quase que lia nas entrelinhas "sentimentos são para gajas pá! Isso são coisas de gaja" se por eu ser aquelas que quer acreditar na existência das ditas borboletas... porque quase que as sinto em mim quando penso aquela pessoa... naquela pessoa que me revirou a mente... que pôs todas as minhas crenças em causa, aquela que me deixa triste quando não está, feliz quando a vejo... é tudo e nada num só instante, como se tivesse o dom da vida e da morte da minha alma... não tem lógica eu sei... deve ser de andar apaixonada há uns meses, isto já me deve ter limitado significativamente a linha do raciocinio lógico (espero que não passe)...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Mais um dia de chuva
Confesso que esta chuva já me chateia... gosto da chuva mas odeio dias de chuva prolongados... parece que o vontade se reduz ao máximo, não apetece fazer nada... nestes dias tenho pena de viver na cidade, onde não há cheiros, apenas os cheiros habituais de fumo... deve ser de haver tanto betão que não há cheiros...
Nestes dias dá me uma nostalgia desgraçada... penso em ti vezes sem conta, as dúvidas, os medos, os receios instalam-se, enquanto pego na borracha para os afastar abre-se um sorriso quando a tua imagem me vem ao pensamento, vejo a contagem decrescente no calendário, imagino o futuro, sem criar grandes expectativas é certo, mas com a estranha certeza que estarás a meu lado muitos e muitos anos...
Estranhas certezas, sim... desde que apareceste na minha vida que a encheste de estranhas certezas. Quase endoideci a tentar justificar racionalmente o que se estava a passar, a estranha paz que sentia quando estavas por perto, a estranha sensação que fazias parte da minha vida, o prazer de olhar para ti enquanto fazias qualquer outra coisa e nem notavas a minha presença, o medo horrivel que sentia de me dizeres que ias embora, as saudades, sentir a tua falta... juro que passei muitas horas a tentar justificar racionalmente tudo isto, os longos meses que demorei a reconhecer que me tinha apaixonado por ti... até aqui não estou a contar nenhuma novidade, nem a mim nem a ti. Só nunca te confessei que reavivaste a minha memória para sonhos antigos (projecções futuras que fiz há alguns anos mas que guardei no fundo do baú, por achar que eram exigências a mais... que ninguém ia encaixar naquele perfil... até tu apareceres).
Hoje convivo com isto tudo mais pacificamente... acho que justifiquei tudo com a própria limitação do ser humano, já os filósofos diziam que os deuses eram apenas justificações que o ser humano arranjou ao longo dos tempos para as suas próprias limitações, para justificar a causa-efeito aquilo que não consegui explicar de outra forma... o amor, a beleza, as boas conheitas, a má sorte, os vicíos... enfim quantos deuses não existem na história, atribuir a uma dividade, algo que não conseguimos perceber... complexidade do SER HUMANO...
Nestes dias dá me uma nostalgia desgraçada... penso em ti vezes sem conta, as dúvidas, os medos, os receios instalam-se, enquanto pego na borracha para os afastar abre-se um sorriso quando a tua imagem me vem ao pensamento, vejo a contagem decrescente no calendário, imagino o futuro, sem criar grandes expectativas é certo, mas com a estranha certeza que estarás a meu lado muitos e muitos anos...
Estranhas certezas, sim... desde que apareceste na minha vida que a encheste de estranhas certezas. Quase endoideci a tentar justificar racionalmente o que se estava a passar, a estranha paz que sentia quando estavas por perto, a estranha sensação que fazias parte da minha vida, o prazer de olhar para ti enquanto fazias qualquer outra coisa e nem notavas a minha presença, o medo horrivel que sentia de me dizeres que ias embora, as saudades, sentir a tua falta... juro que passei muitas horas a tentar justificar racionalmente tudo isto, os longos meses que demorei a reconhecer que me tinha apaixonado por ti... até aqui não estou a contar nenhuma novidade, nem a mim nem a ti. Só nunca te confessei que reavivaste a minha memória para sonhos antigos (projecções futuras que fiz há alguns anos mas que guardei no fundo do baú, por achar que eram exigências a mais... que ninguém ia encaixar naquele perfil... até tu apareceres).
Hoje convivo com isto tudo mais pacificamente... acho que justifiquei tudo com a própria limitação do ser humano, já os filósofos diziam que os deuses eram apenas justificações que o ser humano arranjou ao longo dos tempos para as suas próprias limitações, para justificar a causa-efeito aquilo que não consegui explicar de outra forma... o amor, a beleza, as boas conheitas, a má sorte, os vicíos... enfim quantos deuses não existem na história, atribuir a uma dividade, algo que não conseguimos perceber... complexidade do SER HUMANO...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
saudades
Hoje quase que diria que foi mais um dia... sem grandes correrias, sem grandes stresses, apenas uma enorme saudade tua... fazes me falta...
Sinto saudades tuas, sinto saudades da tua pele, do teu cheiro, do teu cabelo entre os meus dedos, das nossas mãos dadas, sinto saudades de te abraçar, de acordar e te ver ao meu lado, de adormecer junto a ti, de olhar par ti enquanto estas entretido a fazer qualquer coisa... hoje particularmente hoje sinto saudades dos pequenos grandes nadas, nestes dias em que os meus medos invadem a minha mente, sinto particularmente saudades tuas, são dias em que as horas custam mais a passar...
Navego para junto de ti, abraço te e beijo te mil e uma vezes, sussurro te ao ouvido o quanto te amo, e adormeço junto a ti de mãos dadas... no fundo, dedico te esta música
Sinto saudades tuas, sinto saudades da tua pele, do teu cheiro, do teu cabelo entre os meus dedos, das nossas mãos dadas, sinto saudades de te abraçar, de acordar e te ver ao meu lado, de adormecer junto a ti, de olhar par ti enquanto estas entretido a fazer qualquer coisa... hoje particularmente hoje sinto saudades dos pequenos grandes nadas, nestes dias em que os meus medos invadem a minha mente, sinto particularmente saudades tuas, são dias em que as horas custam mais a passar...
Navego para junto de ti, abraço te e beijo te mil e uma vezes, sussurro te ao ouvido o quanto te amo, e adormeço junto a ti de mãos dadas... no fundo, dedico te esta música
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Tudo de vola ao normal
Hoje já não esteve um dia de chuva como o de ontem... já não havia ninguém com guarda-chuvas numa mão e uma rosa na outra, já ninguém tinha pressa de chegar a lado nenhum... hoje já não há jantares fora, já não há aquele momento especial... já não há nada... tenho pena que assim seja... afinal para namorar não devia ser necessário uma data no calendário... será que também se vai abrir um dia no calendário para ser o "dia de ser feliz"?
Hoje passeava eu já tinha anoitecido na rua (sabe bem andar calmamente pelas ruas "desertas" de Lisboa), e realmente dei-me conta do quanto o regresso à normalidade pode ser perverso... hoje entendo porque nunca acreditei em datas de calendário... realmente começo a acreditar que as pessoas hoje já só amam em part-time... lamento muito não fazer parte deste clube, mas amor para mim só a Full-time...
Hoje passeava eu já tinha anoitecido na rua (sabe bem andar calmamente pelas ruas "desertas" de Lisboa), e realmente dei-me conta do quanto o regresso à normalidade pode ser perverso... hoje entendo porque nunca acreditei em datas de calendário... realmente começo a acreditar que as pessoas hoje já só amam em part-time... lamento muito não fazer parte deste clube, mas amor para mim só a Full-time...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
saudades
andava a cuscar o meu computador... de repente tive vontade de estar aqui... nem sempre o mar é o meu refugio, às vezes a montanha também me serve de refugio... a inacessibilidade dá lhe um toque de santuário, sem pessoas, apenas eu comigo mesma... palavra de ordem: PAZ...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Tarde de sábado
Hoje tive uma tarde de silêncios maravilhosa... depois de mais uma explicação a um sábado de manhã e depois de aconchegar o estômago, peguei no carro com destino a Belém... bom, deveria ter ido para bem Belém mas acabei em Carcavelos... peguei no carro sem grandes coisas até porque contava com chuva e frio, por isso não estava a contar de me demorar muito, mas surpresa que tive... estava um dia maravilhoso de sol por aquelas paragens... estacionei o carro e fiquei horas ali na praia até anoitecer...
Lembrei-me de tantas coisas... lembrei-me como sempre gostei de ir à praia no inverno em dias de sol (algo que aprendi com o meu ex-namorado), lembrei-me do meu avô com o seu ar muito sereno e tranquilo, lembrei-me do Scott da alegria que tinha sempre que me via, estava sempre à minha espera, e recebia-me sempre com um abanar de cauda, um abraço e uma lambidela... senti saudades... dei por mim a fazer coisas que já nem me lembrava, há anos que não fazia aquilo, caminhar na areia, fugir das ondas para não molhar os ténis, pegar na areia húmida, sentir a textura e o cheiro... parei senti a brisa a correr pelo meu rosto enquanto o sol o aquecia delicadamente... senti-me num daqueles filmes românticos, enquanto a actriz vagueia por aí à espera do seu amor, enquanto se redescobre enquanto o actor vem e são supostamente felizes para sempre...
Relembrei-me da minha capacidade de ficar ali horas sozinha a contemplar o mar, as ondas, a bruma que quase parece nevoeiro, as ondas que iam e vinham e se aproximavam lentamente, o som das ondas a enrolar sobre elas e sobre as rochas... relembrei-me da paz que sinto nos meus minutos de solidão, naqueles ias em que não me apetece falar, quase como se estivesse a dar férias à minha voz e aos meus ouvidos de a ouvir...
Voltei a lembrar-me de ti, assumo que até hoje nunca te disse muita coisa, acho que continuo à espera do momento certo, mas parece que algumas coisas o tempo está a acabar... continuo a odiar me expor, mesmo contigo continuo a sentir-me desconfortável quando me exponho, contigo é um desconfortável estranho, não porque me incomode mas porque é estranho sentir te como uma parte de mim, como se tu sempre tivesses estado aqui... a sensações que me fizeste sentir tão fortes e intensas... sim já te confessei algumas mas não todas, por vários motivos mas o maior deles é ainda assim é ocultar o quão especial és para mim, ainda não percebi o porquê desta minha necessidade... mas um dia destes ainda te confesso isto.
Enquanto passeava na areia lembrei-me deste blog... lembrei-me porque gostava dele... razão: tirando eu acho que ninguém sabe que existe, por isso posso dizer o que me apetece sem me preocupar com nada... é a minha liberdade oculta do mundo... e sim vou continuar a manter-lo em segredo... se alguém um dia o descobrir e gostar que faça propaganda... que eu gosto de ter os meus pequenos segredos...
P.S. - tive que ir pelo meio da tarde ao bar, comprar tabaco e beber qualquer coisa muito rapidamente... ouvi esta música e ainda a cantei para mim durante um bocadinho
Lembrei-me de tantas coisas... lembrei-me como sempre gostei de ir à praia no inverno em dias de sol (algo que aprendi com o meu ex-namorado), lembrei-me do meu avô com o seu ar muito sereno e tranquilo, lembrei-me do Scott da alegria que tinha sempre que me via, estava sempre à minha espera, e recebia-me sempre com um abanar de cauda, um abraço e uma lambidela... senti saudades... dei por mim a fazer coisas que já nem me lembrava, há anos que não fazia aquilo, caminhar na areia, fugir das ondas para não molhar os ténis, pegar na areia húmida, sentir a textura e o cheiro... parei senti a brisa a correr pelo meu rosto enquanto o sol o aquecia delicadamente... senti-me num daqueles filmes românticos, enquanto a actriz vagueia por aí à espera do seu amor, enquanto se redescobre enquanto o actor vem e são supostamente felizes para sempre...
Relembrei-me da minha capacidade de ficar ali horas sozinha a contemplar o mar, as ondas, a bruma que quase parece nevoeiro, as ondas que iam e vinham e se aproximavam lentamente, o som das ondas a enrolar sobre elas e sobre as rochas... relembrei-me da paz que sinto nos meus minutos de solidão, naqueles ias em que não me apetece falar, quase como se estivesse a dar férias à minha voz e aos meus ouvidos de a ouvir...
Voltei a lembrar-me de ti, assumo que até hoje nunca te disse muita coisa, acho que continuo à espera do momento certo, mas parece que algumas coisas o tempo está a acabar... continuo a odiar me expor, mesmo contigo continuo a sentir-me desconfortável quando me exponho, contigo é um desconfortável estranho, não porque me incomode mas porque é estranho sentir te como uma parte de mim, como se tu sempre tivesses estado aqui... a sensações que me fizeste sentir tão fortes e intensas... sim já te confessei algumas mas não todas, por vários motivos mas o maior deles é ainda assim é ocultar o quão especial és para mim, ainda não percebi o porquê desta minha necessidade... mas um dia destes ainda te confesso isto.
Enquanto passeava na areia lembrei-me deste blog... lembrei-me porque gostava dele... razão: tirando eu acho que ninguém sabe que existe, por isso posso dizer o que me apetece sem me preocupar com nada... é a minha liberdade oculta do mundo... e sim vou continuar a manter-lo em segredo... se alguém um dia o descobrir e gostar que faça propaganda... que eu gosto de ter os meus pequenos segredos...
P.S. - tive que ir pelo meio da tarde ao bar, comprar tabaco e beber qualquer coisa muito rapidamente... ouvi esta música e ainda a cantei para mim durante um bocadinho
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
nostalgia
hoje não paro de pensar em ti... hoje voo para longe dos livros, com esta música saio do meu canto para junto de ti
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